Sou estudante de fisioterapia e sei como é difícil achar bons conteúdos na internet, por isso, resolvi juntá-los nesse blog.
sábado, 20 de abril de 2013
AME: Atrofia Muscular Espinhal
A atrofia muscular espinhal (AME) tem origem genética e caracteriza-se pela atrofia muscular secundária
à degeneração de neurônios motores localizados no corno anteriordamedulaespinhal.D oença autossômica recessiva ligada ao cromossoma 5,relacionada ao gene da proteína de sobrevivência do neurônio motor(SMN).
quinta-feira, 18 de abril de 2013
A Fisioterapia no Bruxismo
Bruxismo: sinais e sintomas
Se você acorda e os músculos da sua mandíbula estão doloridos ou com dor de cabeça, você pode estar sofrendo de bruxismo - um ranger ou um forte apertar dos dentes. O bruxismo pode fazer os dentes ficarem doloridos ou soltos, e, às vezes, partes dos dentes são literalmente desgastados. Eventualmente, o bruxismo pode acarretar a destruição do osso circunvizinho e do tecido da gengiva. O Bruxismo também pode levar a problemas que envolvam a articulação da mandíbula, como síndrome da articulação têmporo-mandibular (ATM).
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Aumentando o vocabulário!
- Abasia: dificuldade de deambular.
- Aerofagia: deglutição de ar.
- Agenesia: ausência de pavilhão auricular.
- Ageusia: ausência da sensibilidade gustativa.
- Agnosia Tátil ou Asterognosia: perda da discriminação tátil.
- Alopércia: queda de cabelos.
- Alotriofagia: tendência a comer material repugnante, como fezes, casca de ferida...
- Amastia: ausência de mamas.
- Amaurose: perda da visão.
- Analgesia: perda da sensibilidade dolorosa.
- Anel de Schallski: próximo ao esfíncter inferior; causa disfagia intermitente; aparece em radiografias.
- Anestesia: perda da sensibilidade geral (dolorosa, tátil e térmica).
- Angina de Plati Vicent: hiperemia e placa branca nos lábios.
- Angina ou Faringoamigdalite: quando uma faringite leva à uma inflamação exuberante das amígdalas.
- Anidrose: ausência de sudorese.
- Anisomastia: tamanhos diferentes de mamas.
- Anorexia: perda do apetite.
- Anosmia: olfato ausente.
- Ânsia: contração rítimica dos músculos abdominais.
- Anúria: ausência de urina.
- Apetite: vontade agradável de se alimentar.
- Artéria em Traquéia de Passarinho: artéria dura, semelhante a uma traquéia.
- Astasia: incapacidade de ficar em pé.
- Astenia: indisposição.
- Asterognosia ou Agnosia Tátil: perda da discriminação tátil.
- Ataxia: incoordenação dos movimentos; pode ser atáxica (todos os testes de equilíbrio estão alterados, mas pioram com o paciente de olho fechado), cerebelar (todos os testes de equilíbrio estão alterados, mas não se alteram com os olhos fechados) ou funcional/fisiológica (é normal em crianças de até 1 ano e meio de idade).
- Atitude Genopeitoral: paciente em prece maometana; indica derrame pericárdico.
- Atitude Opstótona: paciente em decúbito dorsal formando um arco com a concavidade para baixo; pode indicar histeria, meningite.
- Atitude Opstótona: paciente em decúbito dorsal formando um arco com a concavidade para cima; posição fetal.
- Atitude Ortopnéica: paciente sentado com falta de ar e dispnéia.
- Atitude Pleurostótona: paciente em decúbito dorsal formando um arco com a concavidade lateralizada (mas o paciente costuma estar em decúbito lateral).
- Atitude Squating: de cócoras; indica cardiopatia congênita.
- Atricose: sem pêlos.
- Azia: sensação de queimação no epigástrio.
- Aerofagia: deglutição de ar.
- Agenesia: ausência de pavilhão auricular.
- Ageusia: ausência da sensibilidade gustativa.
- Agnosia Tátil ou Asterognosia: perda da discriminação tátil.
- Alopércia: queda de cabelos.
- Alotriofagia: tendência a comer material repugnante, como fezes, casca de ferida...
- Amastia: ausência de mamas.
- Amaurose: perda da visão.
- Analgesia: perda da sensibilidade dolorosa.
- Anel de Schallski: próximo ao esfíncter inferior; causa disfagia intermitente; aparece em radiografias.
- Anestesia: perda da sensibilidade geral (dolorosa, tátil e térmica).
- Angina de Plati Vicent: hiperemia e placa branca nos lábios.
- Angina ou Faringoamigdalite: quando uma faringite leva à uma inflamação exuberante das amígdalas.
- Anidrose: ausência de sudorese.
- Anisomastia: tamanhos diferentes de mamas.
- Anorexia: perda do apetite.
- Anosmia: olfato ausente.
- Ânsia: contração rítimica dos músculos abdominais.
- Anúria: ausência de urina.
- Apetite: vontade agradável de se alimentar.
- Artéria em Traquéia de Passarinho: artéria dura, semelhante a uma traquéia.
- Astasia: incapacidade de ficar em pé.
- Astenia: indisposição.
- Asterognosia ou Agnosia Tátil: perda da discriminação tátil.
- Ataxia: incoordenação dos movimentos; pode ser atáxica (todos os testes de equilíbrio estão alterados, mas pioram com o paciente de olho fechado), cerebelar (todos os testes de equilíbrio estão alterados, mas não se alteram com os olhos fechados) ou funcional/fisiológica (é normal em crianças de até 1 ano e meio de idade).
- Atitude Genopeitoral: paciente em prece maometana; indica derrame pericárdico.
- Atitude Opstótona: paciente em decúbito dorsal formando um arco com a concavidade para baixo; pode indicar histeria, meningite.
- Atitude Opstótona: paciente em decúbito dorsal formando um arco com a concavidade para cima; posição fetal.
- Atitude Ortopnéica: paciente sentado com falta de ar e dispnéia.
- Atitude Pleurostótona: paciente em decúbito dorsal formando um arco com a concavidade lateralizada (mas o paciente costuma estar em decúbito lateral).
- Atitude Squating: de cócoras; indica cardiopatia congênita.
- Atricose: sem pêlos.
- Azia: sensação de queimação no epigástrio.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Dor - Fisiologia da dor
Bom, hoje irei falar um pouco sobre a dor. Todos sentimos, podemos mensurá-la mas em fim.... Como funciona? Qual seu mecanismo?
Deixemos o blá blá blá de lado e vamos direto ao ponto. A dor é um mecanismo de defesa do organismo que alerta o cérebro que seus tecidos possam estar em perigo, mesmo que não tenha havido nenhuma lesão física. A resposta a dor varia de indivíduos, é complexa e envolve componentes sensoriais, comportamentais, emocionais e culturais.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Escala de Força Muscular
É por isso que vou compartilhar com vocês mais essa informação valorosa em nosso meio.
Para começar uma breve definição: O que é força muscular?
É a capacidade de exercer força/tensão máxima para um determinado movimento corporal. O aumento da força é gradual e um fator decisivo para o seu aumento é a adaptação neural (melhoria da coordenação e eficiência do exercício físico). O aumento da massa muscular é determinante no aumento da força.
** Classificação do teste:
Grau 0 -> Nenhuma evidência de contração seja pela visão ou pela palpação
Grau 1 -> Ligeira contração, porém não há o movimento
Grau 2 -> Movimento através da amplitude completa, desde que eliminando a gravidade
Grau 3 -> Movimento através da amplitude completa, porém vencendo a gravidade e até mesmo uma pequena resistência
Grau 4 -> Movimento através da amplitude completa, vencendo a gravidade e contra uma resistência moderada
Grau 5 -> Movimento através da amplitude completa contra a gravidade e capaz de prosseguir contra uma grande resistência
Força muscular e a fisioterapia
A fisioterapia ajuda no fortalecimento muscular, especialmente quando há alguma debilidade como nos casos de imobilizações por gesso ou depois de um procedimento cirúrgico; ou ainda para reequilibrar uma musculatura de alguma articulação.
No primeiro caso, em apenas dois dias de imobilização há uma perda de 50% a 70% de força muscular, e consequentemente uma grande atrofia. Desta forma, devemos não só fortalecer mas, antes desta etapa, ''despertar'' o músculo para depois ganhar força.
Em um pós-operatório, a musculatura também passa por um processo de atrofia significativa devido à própria cirurgia, repouso e dor. Nestes casos a fisioterapia entra com um trabalho de fortalecimento por meio da cinesioterapia, em que há a aplicação de várias técnicas específicas para ganhar força muscular, mas sempre com um cuidado excepcional, pois cada cirurgia tem sua particularidade.
Para o reequilíbrio muscular devemos fortalecer aquele músculo débil para assim trabalhar em sinergia (em conjunto) com outros músculos, evitando um desequilíbrio articular, e consequentemente uma lesão futura. Deste modo, o objetivo é promover o fortalecimento global posterior a este equilíbrio muscular.
Rodolfo Parreira, fisioterapeuta
** Espero que ajude!!!!
Ranna Azevedo
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