"Conhecimento não é acúmulo de informação, mas sim competência para ação"

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Um pouco sobre a Coluna Vertebral


Após várias tentativas do professor de me fazer aprender mais sobre a coluna vertebral, eis aqui o que aprendi em resumo! E olhe que está bem resumido e muito simples!

BIOMECÂNICA DA COLUNA VERTEBRAL

A coluna vertebral é o eixo do corpo e deve conciliar dois imperativos mecânicos contraditórios: a rigidez e a flexibilidade. (Pois é! Ela tem que ter flexibilidade e ao mesmo tempo tem que ser rígida) - Ela consegue esta façanha graças à sua estrutura mantida. De fato, a coluna vertebral em conjunto pode ser considerada como o mastro de um navio. Este mastro, apoiado na pelve, continua até a cabeça e, no nível dos ombros, suporta uma grande verga transversal: a cintura escapular. Em cada nível existem tensores ligamentares e musculares dispostos como se fossem maromas, isto é, unindo o mastro à sua base de implantação, a pelve. Na cintura escapular encontra-se um segundo sistema de maromas que constitui um losango de eixo vertical maior e de eixo transversal menor. Na posição simétrica, as tensões estão equilibradas em ambos os lados e o mastro é vertical e retilíneo.
Na posição de carga de peso unilateral, quando o peso do corpo recai sobre só um membro inferior, a pelve báscula para o lado oposto e a coluna vertebral está obrigada a seguir um trajeto sinuoso: num primeiro momento, convexo na zona lombar para o lado do membro em descarga, a seguir, côncavo na zona dorsal e por último, convexo. Os tensores musculares regulam a sua tensão de forma automática para restabelecer o equilíbrio. Tudo isto acontece sob a influência do sistema nervoso central. Portanto, neste caso, se trata de uma adaptação ativa graças ao ajuste permanente do tônus dos diferentes músculos da postura pelo sistema extrapiramidal.
A flexibilidade do eixo vertebral é devido à sua configuração por múltiplas peças superpostas, unidas entre si por elementos ligamentares e musculares. Deste modo, esta estrutura pode deformar-se apesar de permanecer rígida sob a influência dos tens ores musculares. (Kapandji, 2009)

terça-feira, 23 de julho de 2013

Tendinites e Tenossinovites



São doenças que resultam do funcionamento inadequado dos tendões (os tendões são feixes de fibras que fixam os músculos aos ossos, transferindo a força muscular ao osso para produzir movimentos articulares).
Estas doenças podem envolver dois tipos de tendões: os que não se encontram envolvidos por bainhas tendinosas (por ex. os do braço) e os que funcionam dentro de limites mais estreitos, envolvidos por bainhas (por ex. da mão).


quinta-feira, 11 de julho de 2013

Fisioterapia Vascular


fisioterapia vascular

A fisioterapia vascular é uma especialidade recente. Ela tem como função principal prevenir doenças que afetam o sistema vascular periférico, evitando ou postergando o processo cirúrgico. Um dos grandes avanços é visto em pacientes que tinham como prognóstico a amputação de membro. O programa desenvolvido pelo fisioterapeuta, com base em uma avaliação física, visa melhorar a circulação sanguínea e, assim, aumentar a resistência física aos exercícios e aliviar as dores.

Esse tipo de fisioterapia é indicada para tratar de doenças como úlceras venosas e em situações como edemas venosos, linfedemas, dor por aderências cicatriciais, pós-cirúrgico de varizes e síndrome do desfiladeiro torácico, entre outras. Outras indicações pode ser para aliviar os sintomas relacionados a problemas vasculares, como claudicação intermitente e cuidar de sequelas de doenças já instaladas, como pé diabético.

As técnicas utilizadas é a terapia e a drenagem linfática manual, cinesioterapia, termoterapia, enfaixamento compressivo, eletroterapia e programas de caminhada. As orientações dadas aos pacientes também são fundamentais para a boa execução das atividades diárias.


Fonte: http://fisioterapiamanual.com.br/blog/areas-da-fisioterapia/fisioterapia-vascular/

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Mola Hidatiforme

Fuçando o facebook, olhem o que achei!



Mola Hidatiforme ou Doença trofoblástica gestacional:

-> É uma complicação da gravidez com potencial de evoluir para doença com comportamento maligno. Está incluída num grupo mais amplo conhecido genericamente como Doença Trofoblástica Gestacional e que compreende além da MH, as formas com comportamento maligno como a Neoplasia Trofoblástica Gestacional, o Coriocarcinoma e o Tumor Trofoblástico de Leito placentário, entre outras menos frequente.

FORMAS CLÍNICAS
 -Mola Hidatiforme
       mola completa
       mola parcial

-Mola Invasora
    Coriocarcinoma
    Tumor trofoblástico do sítio placentário

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS
  - Aumento exagerado do utero
  - Ausencia de rechaço fetal e bcf
  - Hiperêmese gravídica
  - Comprometimento do estado geral
  - Hemorragia precoce
  - Dores abdominais e lombares

CONDUTA PARA O TRATAMENTO
  - Hemograma completo
  - Tipagem sanguinea
  - Rx de Torax
  - US pélvica
  - Dosagem de beta-HCG

Fonte: telessaude.medicina.ufc.br/midia_/palestras/.../mola%20hidatiforme.pdf

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Fisioterapia preventiva no idoso


A fisioterapia preventiva para idosos reúne um conjunto de exercícios físicos e respiratórios que tem como objetivo manter a funcionalidade e o bem estar do idoso, assim como evitar ou retardar complicações.